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Petra: o tesouro da Jordânia

Ela já foi cenário de filme de Hollywood, tema de obra literária e não é à toa que é conhecida como tesouro. Petra é tudo isso mesmo. Imagine ainda que apenas 20% da cidade foi escavada, há uma imensa parte ainda a ser descoberta.

Em 1985 entrou para a lista da Unesco como Patrimônio da Humanidade, em 2007 recebeu o título de uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo. É o ponto de maior visitação da Jordânia, fica a 3 horas de carro de Amã.

Petra: o tesouro da Jordânia

Além de outros povos, Petra foi dos nabateus, bizantinos e romanos, além de fazer parte da rota comercial da Ásia, ligava a Arábia à Síria   (na época Damasco) daí resulta a variedade de influências. Com isso, a exuberante riqueza, facilmente vista através dos detalhes nas rochas, túmulos e  templos, é a prova concreta do que ela vivenciou no passado. Um passado que data de 1.200 a.C.

Ao passar pelo pelo Siq de pedra (As-Siq), o monumento Al-Khazneh (o tesouro) é imagem mais famosa da misteriosa cidade.  É apenas o início do que está por vir. Andar por entres os canyons, as rochas de diferentes cores e formatos é um prazer para qualquer turista.

A crença dos povos antigos na vida após a morte deu a cidade a beleza dos grandes túmulos, construídos com escadas no topo, acreditava-se que assim facilitava o caminho da alma ao céu.

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Há um teatro romano e vestígios da parte comercial da cidade. Colunas e uma estrada de pedras permanecem em suas cores amarelo-rosadas, ali é onde havia troca de mercadorias.

Petra: o tesouro da Jordânia

Em várias partes há espaços encravados para adoração aos deuses e locais para velas. As cavernas, onde as famílias moravam, guardam as manchas pretas que atestam o uso do fogo. Há um sistema de escoamento e filtração de água na parede das rochas o que indica a sabedoria dos nabateus.

Por muitos anos a cidade ficou no anonimato. Apenas em 1812 o suíço Johnan  Ludwig Burckhardt a redescobriu, o viajante europeu falava árabe fluente e fingiu ser um local, desta forma teve a chance de explorar a região e chegar até a cidade de pedras rosadas.

Petra: o tesouro da Jordânia

Não esqueça de usar filtro solar, roupas leves e sapatos confortáveis. Lenços e chapéu também são úteis para amenizar o calor do sol na maior parte do passeio, não esqueça de ter sempre uma garrafa de água. Se for fazer passeio de balão garanta seu seguro de viagem para esportes de aventura.

Há dois restaurantes dentro da parte histórica, almoço e uma cervejinha gelada estão garantidos, mas atenção fecham às 15:30. Há no percurso tendas com locais  vendendo sucos frescos, chá e muito artesanato.

Petra: o tesouro da Jordânia

Para quem está muito cansado, algumas partes do caminho têm cavalos, camelos, jumentos e carruagem, negocie o preço sempre.

A entrada custa 50 dinars para visitantes, e 1 dinar para locais ou quem tem visto de residência. Caso queira uma visita guiada em inglês, custa 50 dinars.

Dá pra conhecer Petra em um único dia, saindo de Amã bem cedo pela manhã. Prepare-se para pelo menos 5 horas de caminhada. Outra maneira é ficar hospedado em um dos hotéis da cidade, há uma cidadezinha ao redor da área histórica com comércio local, restaurantes e hotéis. Caso alugue um carro, exija o GPS para ajudá-lo, fora da capital é difícil sobreviver somente com inglês.

Há menos de duas horas de Petra fica o deserto Wadi Rum, viagem que vai levar você ao tempo dos beduínos árabes, confira as dicas no próximo artigo.

Roberta Clarissa

Roberta Clarissa

Roberta Clarissa Leite é jornalista e radialista, mora fora do Brasil desde 2012 e é correspondente internacional do Seguroviagem.org.   Há um ano mudou-se para a Jordânia, onde ficará uma temporada até voltar a Praga, sua segunda casa.

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