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Como viajar com segurança e evitar o imprevisto?

viajar-seguroQuando o turista enfrenta o imprevisto, o seguro viagem vai estar a seu lado!

Preparar as malas e sair para viajar é um dos prazeres da vida. A expectativa de encontrar diversão ou descansar, conhecer lugares e pessoas novas, ou ao contrário, rever amigos e parentes e visitar a terra natal, existem mil motivos que levam o turista a viajar e todos são importantes.

Para muitos a viagem para um passeio turístico, sozinho ou com a família, poderia ser bem mais frequente, se não exigisse uma reserva financeira ou um financiamento para a viagem, porque passagens e hospedagem são itens que pesam no orçamento.

Quando se planeja uma viajem, muitas vezes os turistas pensam em reservar sua passagem aérea, reservar hotel, telefonar e entrar em contato quando tem família ou amigos morando no local de destino da viajem, enfim, uma série de procedimentos que tornam a viagem possível. Mas, em muitos casos, esquecem-se de um detalhe muito importante: fazer um seguro viagem.

Quer seja através de uma seguradora, uma agência de viagens ou o próprio banco do qual é cliente, o seguro viagem é vendido com um importante objetivo: cobrir o prejuízo que uma surpresa desagradável traz quando estamos fora de casa. Quer seja uma dor de dente, um acidente ou uma agressão, que deixa sequelas. Em casos mais graves, o seguro garante o atendimento hospitalar e, se necessário, o mais triste dos eventos, que é o traslado do corpo para a cidade de origem.

Infelizmente essa é uma realidade que vem ocorrendo e que deve deixar a todos os turistas preocupados e motivados a providenciar o seguro viagem. Para a maioria dos destinos, como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Oceania, Oriente Médio, etc., o seguro não é obrigatório.

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Por mais que se procure evitar problemas, não é possível se prever certas ocorrências que envolvem qualquer um que esteja viajando.

Na Austrália, por exemplo, vem acontecendo incidentes envolvendo brasileiros, tratados brutalmente por serem confundidos com marginais ou mesmo por esboçarem qualquer reação diante da violência contra seus amigos a contra si mesmos, por grupos organizados ou pela polícia. No início deste ano um brasileiro foi espancado em um pub em Sydney e deixado inconsciente no meio da rua.

Levado para uma UTI, permaneceu um mês em coma e sofreu sequelas graves no cérebro. Depois de melhorar, conseguiu voltar ao Brasil.

Mais recentemente outro brasileiro foi agredido violentamente por defender um amigo que estava sendo atacado, em Sydney. Apesar de não estar fazendo um passeio turístico, pois estava na Austrália há um ano, o biólogo Lúcio Stein Rodrigues, de 34 anos, morreu em consequência de traumatismo craniano e a família tem dificuldades financeiras para trazer o corpo de volta ao Brasil.

Um outro caso envolvendo um brasileiro na Austrália aconteceu em 2012, com Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, que foi morto pela polícia com disparos de arma de descarga elétrica, por ter sido confundido com um assaltante.

A violência inesperada e o que ela traz de transtornos psicológicos e financeiros para uma família não pode ser subestimada. Isso não ocorre apenas fora do Brasil, mas nas viagens para metrópoles brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo e Recife.

Por outros motivos, turistas também são envolvidos em violência, como quando visitam países com instabilidade política, como é o caso do Egito. A visita às maravilhas do Egito passaram a ser escassas com o governo religioso eleito e com a violência das ruas, que sacudiu o Cairo depois do golpe militar.

O ex-presidente Mohammed Mursi não via o turismo ao redor das pirâmides do Egito  com bons olhos, porque sua ideologia via a admiração pelos sítios arqueológicos como paganismo. Seu governo também passou a proibir bebidas alcoólicas, o que faz de um turista que toma seu drinque um alvo fácil da violência.

Turistas também podem se envolver em aventuras perigosas e acabar por terem que recorrer a socorro médico e hospitalização, quando querem explorar florestas ou lugares de difícil acesso, onde enfrentam problemas inesperados. Foi o caso de nove estudantes ingleses que visitavam o Algarve, em Portugal, turistas que foram arrastados por uma corrente marítima. A região é de encostas íngremes, e os estudantes tentaram se salvar da correnteza marinha escalando as falésias, quando sofreram diversos ferimentos.

No Brasil, é frequente que turistas se percam na selva amazônica. O Centro Integrado de Operações de Segurança, do Corpo de Bombeiros do Amazonas informa que foram 95 pessoas desaparecidas, perdidas na floresta, nos últimos três anos. Em média são 30 pessoas que se perdem a cada ano, em um ambiente em que nem mesmo o sistema GPS funciona, por causa da copa das árvores.

São jovens aventureiros, turistas, que são resgatados se as famílias acionam os bombeiros. Na maioria dos casos, depois de quatro a oito dias são encontrados e se recuperam em um hospital. Mas algumas vezes não resistem às privações e ferimentos.

Portanto, o principal para se evitar problemas de saúde em uma viagem é a prevenção e a informação sobre os possíveis riscos que se corre nas atividades que se pretende desenvolver no passeio turístico.

É preciso pesquisar para se conhecer previamente o ambiente que se vai enfrentar, quer em termos políticos, geográficos, culturais e climáticos.

Somente com um seguro viagem é possível recuperar um gasto com um atendimento médico e de emergência, que pode chegar a quantias extraordinariamente altas.

Para os países da Comunidade Européia, o seguro viagem é obrigatório, exigido de todos os turistas, graças ao Tratado de Schengem, adotado por esses países.

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